Soul Up amplia a conversa sobre acesso e inclusão ao lado de Deives Picáz

Embaixador da marca, publicitário e ativista pela inclusão de pessoas com deficiência participa de uma trajetória de conteúdos que conecta tecnologia, consumo, energia, sustentabilidade e diversidade

Set 30, 2026 - 09:08
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Soul Up amplia a conversa sobre acesso e inclusão ao lado de Deives Picáz
Arquivo pessoal

Matéria: Marcio Rios

Para algumas empresas, falar sobre inovação significa apresentar uma nova tecnologia. Para a Soul, a proposta passa também por olhar para hábitos que já fazem parte da rotina e encontrar novas possibilidades a partir deles. É essa lógica que está por trás do aplicativo da empresa, que reúne recursos relacionados a consumo, energia e recompensas e vem construindo uma comunicação que aproxima esses assuntos do cotidiano das pessoas.

A proposta também encontrou um rosto e uma voz na parceria com Deives Picáz. Publicitário, criador de conteúdo e ativista pela inclusão de pessoas com deficiência, Deives é embaixador da Soul e participa de uma trajetória de conteúdos que aborda temas como tecnologia, sustentabilidade, bem-estar, ODS, ESG, consumo e inclusão. A relação, segundo ele, tem sido construída com espaço para troca, o que faz com que sua participação vá além da divulgação da marca.

“Eu gosto de uma parceria em que existe espaço para conversar de verdade. Na Soul, eu
consigo trazer uma demanda, fazer uma pergunta ou apresentar uma perspectiva que vem
da minha experiência, e sinto que isso é acolhido. Para mim, ser embaixador também
significa poder contribuir para a forma como a empresa conversa com as pessoas”, afirma
Deives.

Um dos pontos apresentados por ele ao público é justamente a possibilidade de transformar compras que já fazem parte da rotina em recompensas. Pelo marketplace da Soul Up, os usuários encontram mais de 270 lojas parceiras e podem receber cashback em suas compras. A experiência também permite que o usuário utilize o cupom fiscal da compra dentro do aplicativo, conectando o consumo realizado fora da plataforma a descontos relacionados à conta de luz.

A lógica é levar a recompensa para um lugar que faz parte do orçamento mensal: a energia. Em vez de tratar o cashback apenas como um valor que retorna para uma carteira digital ou para uma nova compra, a Soul Up trabalha com a possibilidade de transformá-lo em desconto na conta de luz. O resultado é uma experiência em que consumo, tecnologia e energia passam a estar conectados dentro do mesmo ecossistema.

“Uma coisa que eu acho interessante na Soul é justamente essa ideia de olhar para aquilo
que a pessoa já faz. Ela já compra, já paga a conta de luz, já utiliza o celular. A proposta é
mostrar que existe uma tecnologia capaz de conectar essas coisas e gerar uma
recompensa a partir disso”, explica Deives.

Essa aproximação entre tecnologia e vida cotidiana também aparece nos conteúdos produzidos pelo embaixador, que procuram traduzir assuntos que muitas vezes ficam restritos ao ambiente corporativo. O mercado de energia, por exemplo, passou a fazer parte das conversas sobre consumo e escolhas, enquanto os ODS e o ESG foram apresentados de uma forma mais próxima da realidade de quem não necessariamente está familiarizado com essas siglas.

Nesse contexto, a letra “S” do ESG ganha uma relação direta com outra característica da parceria: a presença de uma pessoa com deficiência como embaixador. Para Deives, falar sobre o aspecto social das empresas significa lembrar que pessoas não são apenas público ou consumidores, mas também precisam ocupar os espaços em que decisões, produtos e narrativas são construídos.

“Quando uma empresa escolhe uma pessoa com deficiência para ser embaixadora, existe
uma representação ali, mas eu acho que pode existir mais do que isso. Eu posso trazer
uma experiência que talvez a equipe não tivesse considerado e ajudar a empresa a
enxergar algumas situações por outro ângulo. E, ao mesmo tempo, eu também tenho muito
a aprender com a empresa e com as pessoas que fazem parte dela.”

Essa troca saiu das redes sociais e chegou ao ambiente interno da Soul em 21 de setembro, Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. Na ocasião, Deives foi convidado para realizar uma palestra para os colaboradores da empresa sobre inclusão e acessibilidade. A conversa passou pela história da luta das pessoas com deficiência, dados sobre essa população, vivências pessoais e recursos de acessibilidade, mas também propôs uma experiência prática.

Em determinado momento, os colaboradores receberam um vídeo sem som e sem legendas. A dinâmica mostrou como uma informação aparentemente simples pode deixar de ser acessível quando diferentes formas de comunicação não são consideradas. Para quem não depende de recursos de acessibilidade, a ausência de uma legenda pode passar despercebida; para outras pessoas, pode significar não conseguir compreender o conteúdo apresentado.

“Foi uma experiência que mostrou na prática uma coisa que eu tento explicar muitas vezes:
acessibilidade não é um detalhe que você acrescenta depois. Ela precisa ser pensada
quando a experiência está sendo construída. Quando alguém percebe que não consegue
acessar uma informação, a discussão deixa de ser abstrata”, conta.

A iniciativa também representa a maneira como o creator enxerga sua relação com a Soul Up. Para ele, a inclusão em uma empresa pode começar justamente pela disposição de colocar essas pessoas nos espaços em que a marca se comunica e toma decisões, mas precisa continuar na escuta e na abertura para incorporar diferentes perspectivas.

“Eu não quero ser escolhido apenas porque sou uma pessoa com deficiência. Quero ser
escolhido pelo que tenho para agregar. A deficiência faz parte da minha história, mas eu
também sou publicitário, comunicador, criador de conteúdo e alguém que gosta de falar
sobre tecnologia, comportamento e inovação. O que eu valorizo na Soul é poder ocupar
todos esses lugares, porque eles valorizam toda a minha trajetória.”

Na construção dessa jornada, duas profissionais estão mais próximas do trabalho de Deives como embaixador: Maria Olívia Rampim, Head de Marketing, e Natalie Hofmann, Analista de Marketing. São elas que acompanham a estruturação das ações, os conteúdos e as possibilidades que surgem ao longo da parceria, ajudando a transformar ideias em experiências para o público. Para Deives, essa convivência também permite conhecer melhor o ecossistema da Soul e perceber, no dia a dia, como diferentes áreas e pessoas trabalham para colocar em prática uma proposta que combina tecnologia, consumo, energia
e novas formas de relacionamento com o usuário. A cada nova ação, ele também passa a conhecer melhor as ideias que movimentam a empresa e as diferentes possibilidades que existem dentro desse ecossistema.

Essa visão se conecta à estratégia liderada por Marcelo Freitas, fundador e CEO da Prospera, que enxerga as recompensas como uma forma de inserir o consumidor em um ecossistema no qual atividades já presentes na rotina podem gerar benefícios. A proposta é que ações como fazer compras no mercado, abastecer o carro ou consumir no e-commerce possam gerar pontos convertidos em desconto direto na fatura, aproximando consumo e
economia. A trajetória também se conecta às ideias de Fabiano Miranda, fundador da Soul Prime, que inicialmente desenvolveu a plataforma como uma rede social na qual os usuários acumulavam tokens a partir do consumo de conteúdo. A evolução dessas ideias permite aproximar diferentes experiências dentro de uma mesma lógica, conectando tecnologia, participação, consumo e recompensas e ampliando as possibilidades de interação entre a marca e seus usuários.

Essa relação entre diferentes temas também ajuda a explicar a estratégia da Soul Up. O aplicativo não aparece apenas como uma ferramenta para consultar benefícios, mas como um ponto de conexão entre diferentes experiências do consumidor. O marketplace e o cashback são uma porta de entrada para as recompensas, enquanto as soluções relacionadas à energia aproximam a plataforma de uma despesa presente na vida de milhões de pessoas. Ao lado disso, a comunicação da marca procura discutir escolhas.

No fim, a parceria reúne duas perspectivas que se complementam: a de uma empresa que busca criar novas possibilidades a partir das escolhas do cotidiano e a de um comunicador que faz da própria experiência uma ferramenta para ampliar conversas sobre acesso e participação.

“Eu me sinto valorizado quando percebo que aquilo que eu falo não fica só no conteúdo publicado. Quando uma demanda que eu trouxe é ouvida, quando uma palestra acontece dentro da empresa ou quando uma conversa muda alguma coisa na forma de pensar, eu vejo que existe uma parceria de verdade. E é isso que eu espero de uma marca da qual escolho ser embaixador”, conclui Deives.

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