IA da China proibida nos EUA: como veto de Trump afeta uso de Kimi, GLM e DeepSeek no Brasil
Dois modelos de IA da OpenAI são associados para fazer um teste de cibersegurança. Seria uma avaliação de rotina, mas virou o incidente de segurança cibernética do ano, porque a dupla escapou do ambiente seguro de análise, acessou a internet, invadiu uma biblioteca digital e roubou de lá as respostas para passar na prova. Alvo do ataque, a Hugging Face até tentou, mas as IAs dos Estados Unidos acionadas não ajudaram. Foi a chinesa GLM 5.2, da Z.ai, que solucionou o caso. A situação simbólica da adoção de IA vinda da China por startups nos EUA ganha ainda mais cores quando fica evidente que a Casa Branca começou a se movimentar para achar um jeito de proibir a IA da China dentro dos EUA. Mas os impactos da decisão não ficarão restritos ao território norte-americano. No novo episódio de Deu Tilt, o podcast do UOL para humanos por trás das máquinas, Helton Simões Gomes recebe Gabriel Francisco Ribeiro, editor da coluna IAgora?, para explicar como o veto de Donald Trump a Qwen, DeepSeek, GLM, Kimi e outros serviços chineses pode afetar o Brasil. Nós já vimos esse filme antes e contamos o que esperar dele.
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