“O momento agora é a campanha do Flávio”, diz Balbinotti sobre possível ministério

Empresário é cotado para comandar a Agricultura em eventual governo do PL e afirma que prioridade é vencer a disputa presidencial
O empresário Odílio Balbinotti Filho, coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) em Mato Grosso, afirmou nesta sexta-feira (9) que está concentrado na mobilização para o segundo turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubro. O nome dele é cotado para assumir o Ministério da Agricultura caso o candidato do PL vença a disputa.
Balbinotti afirmou que a prioridade, neste momento, é garantir a vitória de Flávio Bolsonaro e promover mudanças no país.
“O momento agora é a campanha do Flávio. Nós precisamos eleger o Flávio para promover as mudanças que o país precisa”, declarou.
Sobre a possibilidade de comandar a pasta da Agricultura, o empresário disse que se sente honrado por ter o nome lembrado nas articulações políticas. Ele destacou o peso de Mato Grosso na produção agropecuária nacional como um dos fatores que justificam a presença de representantes do Estado nas discussões sobre a composição de um eventual governo.
“Fico honrado de meu nome estar sendo lembrado. Mato Grosso é o maior produtor agrícola do país e é normal que pessoas de Mato Grosso sejam lembradas. Sou do agro e ficaria muito honrado com o convite, lógico”, afirmou.
Apesar da possibilidade, Balbinotti ressaltou que qualquer definição sobre cargos em um eventual governo deve ficar para depois da eleição. Até lá, sua atuação permanece voltada à coordenação da campanha de Flávio no Estado.
O agronegócio também esteve entre os assuntos abordados durante a campanha. O candidato a vice-presidente Alfredo Gaspar afirmou que uma eventual gestão do PL pretende manter diálogo com produtores de diferentes portes.
“O governo Flávio Bolsonaro vai ser parceiro do pequeno agricultor ao grande produtor”, declarou.
Ao comentar a proposta, Balbinotti apontou a redução dos juros e a melhoria das condições de produção como medidas importantes para o setor. Segundo ele, o objetivo é favorecer produtores rurais, ampliar a oferta de alimentos e contribuir para a redução dos custos ao consumidor.
Até o momento, não há confirmação oficial de convite para que o empresário assuma o Ministério da Agricultura. A eventual indicação dependerá das articulações políticas e do resultado da eleição presidencial.
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