Acusado de matar mulher na UFMT será julgado em novembro em Cuiabá

Out 13, 2026 - 11:29
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Acusado de matar mulher na UFMT será julgado em novembro em Cuiabá
Acusado de matar mulher na UFMT será julgado em novembro em Cuiabá

Exames de DNA também ligaram Reyvan Carvalho a outro homicídio e a dois casos de violência sexual investigados na Capital

Reyvan da Silva Carvalho será levado a julgamento pelo Tribunal do Júri de Cuiabá no dia 26 de novembro, às 9h, acusado de matar Solange Aparecida Sobrinho, de 52 anos. O corpo da vítima foi encontrado em 24 de julho de 2025, em uma área desativada da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), na Capital.

Solange foi localizada nas dependências da Associação Atlética Master, dentro do campus universitário. Conforme as informações da investigação, ela apresentava sinais de esganadura e indícios de violência sexual. A mulher tinha diagnóstico de esquizofrenia e costumava frequentar o local.

Reyvan foi preso no fim de agosto do ano passado, suspeito de estupro seguido de morte. Segundo a Polícia Civil, exames de DNA identificaram vestígios biológicos atribuídos a ele no corpo da vítima. O processo tramita em sigilo.

As análises periciais também permitiram relacionar o investigado a outros crimes registrados em Cuiabá, incluindo o assassinato de Marinalva Soares da Silva, ocorrido em dezembro de 2020, no bairro Parque Ohara.

Inicialmente, Julho César Correa da Silva, conhecido como “Peba” ou “Boquinha”, foi acusado pelo homicídio de Marinalva e chegou a ser condenado. Com o avanço das investigações e a realização de novos exames genéticos, porém, o material biológico encontrado na vítima foi atribuído a Reyvan.

Em 23 de setembro de 2025, Julho foi submetido ao Tribunal do Júri e absolvido da acusação de matar Marinalva.

Além dos dois homicídios, Reyvan foi relacionado por meio de exames periciais a outros dois casos de violência sexual, registrados em 2021, no bairro Tijucal, e em 2022, no Jardim Leblon, ambos em Cuiabá.

O investigado também foi preso em 2019, suspeito de participação em um assalto a uma residência no bairro Santa Terezinha II, onde uma família foi mantida refém. Em agosto de 2025, voltou a ser preso por suspeita de ameaça, mas foi liberado após audiência de custódia.

O julgamento marcado para novembro vai analisar especificamente a acusação relacionada à morte de Solange. A responsabilidade de Reyvan pelo crime será examinada pelos jurados com base nas provas apresentadas durante o processo.

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