“Faltou liderança”: Dilmar aponta falhas do União na eleição para a ALMT

Deputado afirma que partido poderia ter conquistado três cadeiras com uma chapa mais forte e mais candidatos
O deputado estadual reeleito Dilmar Dal Bosco (União Brasil) atribuiu à falta de liderança e de articulação interna o desempenho do partido na disputa pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Segundo ele, a legenda poderia ter conquistado até três cadeiras caso tivesse formado uma chapa mais competitiva.
Além de Dilmar, o União Brasil elegeu Sebastião Rezende nas eleições deste domingo (4). Para o deputado, o número reduzido de candidatos prejudicou o desempenho da sigla.
“Eu nunca escondi a minha tristeza de nós termos nove candidatos só para disputar uma eleição onde tínhamos o governador do estado de Mato Grosso como presidente e hoje eleito o senador Mauro Mendes. Então, com nove nomes só disputando, lógico que é difícil”, afirmou.
Dilmar disse que, no início da campanha, acreditava que o partido teria apenas uma cadeira. Com o avanço da disputa e o crescimento das votações dele e de Sebastião Rezende, passou a projetar a eleição de dois parlamentares.
“Quando nós começamos o trabalho eleitoral, eu tinha a certeza que talvez nós teríamos só uma cadeira, mas eu vi o crescimento e a continuação dos votos que eu tinha, das pessoas me apoiando, vi que o Sebastião também aumentou um pouco a votação dele”, relatou.
Na avaliação do deputado, uma chapa com 15 candidatos teria condições de ampliar a bancada do União na Assembleia.
“Eu fiz uma conta que nós realmente íamos ter duas cadeiras de deputados eleitos e concretizou. Se nós tivéssemos talvez com 15 candidatos, nós estaríamos com certeza com três deputados eleitos para estar defendendo o nosso partido dentro da Ass
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